segunda-feira, 24 de julho de 2017

Resumo - Moluscos

 

1.Características gerais:

·        Mais de 150 mil espécies descritas.
·        Os moluscos mais conhecidos são as lulas, ostras, mexilhões, caramujos, lesmas e polvos.
·        A maioria das espécies vive no mar, em águas rasas ao longo do litoral, mas também as que vivem em água doce e em solo úmido;
·        Reúne animais com corpo de consistência macia, protegido em geral por uma concha calcária.
·        Corpo é dividido em cabeça, pé e saco visceral
·         Seu revestimento, denominado manto ou pálio: dobra da epiderme que secreta a concha calcária.
·        São animais triblásticos com simetria bilateral  e protostômios.

Organização Corporal Básica de um Molusco


2.NOVIDADES EVOLUTIVAS

·        Celoma: Cavidade do corpo revestida pela mesoderme
·        Consequências:
1)    Desenvolvimento maior dos órgãos internos
Anatomia Interna de um molusco


2)    Sistema circulatório: distribuição de nutrientes e gases mais eficiente. Poder:

Sistema Circulatório Aberto: nas classes Gastropoda e Bivalvia

·     lacunas ou hemocelas
·     hemolinha banha os órgãos
·     retorno via aberturas do coração

Sistema Circulatório Fechado: na classe Cephalopoda

·     sistema contínuo de vasos
·     o sangue leva os o2 e nutrientes até os capilares onde ocorrem as trocas.


Sistema Circulatório dos Moluscos


3.Classes do filo mollusca

Resumo - Nematelmintos

O Filo Nematelminthes (do grego, nematos, fio, e helminthes, verme) reúne animais triblásticos, com simetria bilateral, de corpo cilíndrico, alongado e extremidades afiladas. O tamanho pode variar de 1mm até mais de 1m de comprimento.
Há cerca de 90 mil espécies descritas, mas os biólogos acreditam que esse número possa ser 10 vezes maior. Isso os colocaria em segundo lugar em número de espécies, atrás apenas dos artrópodes.
A maioria dos nematódeos tem vida livre, sendo alguns dos animais mais cosmopolitas, encontrados na maioria dos ambientes aquáticos e nos solos úmidos e ricos em matéria orgânica.  Desempenham um importante papel na decomposição e no ciclo de nutrientes.
Existem muitas espécies de endoparasitas de plantas e animais. Por exemplo, só os humanos são parasitados por mais de 50 espécies, entre elas a famosa lombriga. Muitas espécies parasitas de plantas são consideradas pragas nas produções agrícolas.


1.NOVIDADES EVOLUTIVAS

Os nematelmintos apresentam duas grandes novidades evolutivas:
- o pseudoceloma, cavidade corporal preenchida de líquido;
- o sistema digestório completo, no qual há uma abertura para a entrada de alimento, a boca, e outra para a eliminação dos resíduos de digestão, o ânus.




        Outra característica do filo é que não possuem células ciliadas ou flageladas, nem mesmo os espermatozoides, que se locomovem por pseudópodes.
 
2.Anatomia:

O corpo dos nematelmintos pode ser descrito como “tubo dentro de outro tudo”. O tubo interno é o intestino que inicia na boca e termina no ânus. O tubo externo é a parede do corpo. Entre eles, há uma cavidade cheia de líquido, denominada pseudoceloma.
Embora possuam canal alimentar, eles não tem sistema circulatório. Os nutrientes são transportados pelo corpo através do líquido do pseudoceloma.
Apresentam músculos longitudinais e sua contração produz um movimento do tipo “chicote”.
A parede do corpo é revestida externamente por uma epiderme e esta coberta por uma cutícula dura. Quando o animal cresce, perde-se a cutícula e uma nova e maior é secretada.
Não apresentam órgãos especializados para trocas gasosas. Oxigênio e gás carbônico são, respectivamente, absorvidos e eliminados por difusão ao longo da superfície do corpo, isto é, apresentam respiração cutânea.
ANATOMIA INTERNA DE UM NEMATÓDEO

3.Reprodução:

Em geral, reproduzem-se sexuadamente por fertilização interna.
Na maioria das espécies, os sexos são separados e as fêmeas maiores que os machos, ou seja, apresentam dimorfismo sexual. Uma fêmea pode depositar 100.000 ou mais ovos fertilizados (zigotos) por dia. Os zigotos costumam ser células resistentes que sobrevivem a condições adversas.
DIMORFISMO SEXUAL DE ESPÉCIES DE NEMATÓDEOS

4.DOENÇAS HUMANAS CAUSADAS POR NEMATELMINTOS:

Podem causar diversas doenças em plantas e animais. Em geral, não matam seus hospedeiros, o que demonstra sua grande adaptação à vida parasitária. É vantajoso ao parasita que o seu hospedeiro resista à doença, pois isso lhe garante moradia e fonte de alimentação.
Entre os parasitas humanos mais comuns, estão:
- Ancylostoma duodenale ou Necator americanos, ancilóstomos causadores da verminose conhecida como amarelão.
 - Ascaris lumbricoides, popularmente conhecidos por lombrigas, causadores da verminose chamada ascaridíase.
- Enterobius vermicularis, popularmente conhecidos como oxiúros e a doença provocada é chamada de oxiurose.
- Wuchereria bancrofti, nome popular filária, causadora da verminose denominada de filariose.
O vídeo abaixo explica maiores detalhes de cada verminose provocada pelos nematódeos.

FONTES:
-  AMABIS, J.M. e MARTHO, G.R. Biologia dos Organismos. 2ª ed. São Paulo: Moderna. 2004.
- CAMPBELL, N et al. Biologia. 8ª ed. Porto Alegre. Artmed, 2010.


- OSORIO, T.C. (org). Ser Protagonista-Biologia 2 – 2ª ed. São Paulo. Edições SM. 2013.

sábado, 17 de junho de 2017

Exercícios Poríferos e Cnidários (página 155)

Poríferos e Cnidários
P. 155

1)


2)
Os principais tipos celulares das esponjas são:
* Pinacócitos – revestem externamente o corpo das esponjas;
* Porácitos – permitem fluxo da água;
* Coanócitos – possuem flagelos que mantêm o fluxo da água no interior das esponjas;
* Amebócitos – células totipontes, capazes de se diferenciar de todos os outros tipos celulares presentes nas esponjas;
* Escleorócitos – um tipo diferente de amebócito que secreta espículas.


3)
Mesoílo é uma camada de espessura variável, composta de substâncias sem forma definida e encontra-se entre as duas camadas de células na parede corporal da esponja. Ele ajuda a manter a coesão entre as duas camadas de células e também pode conter espículas e/ou espongina (estrutura de sustentação).


4)
Brotamento – consiste na formação de expansões na parede da esponja, que se projetam para o exterior, crescem e se destacam do corpo da esponja-mãe, originando uma nova esponja.
Gemulação – formação de agregados celulares contendo grande quantidade de reservas nutritivas envoltas em camadas de espongina, os quais se separaram da esponja original e posteriormente, transformam-se em esponjas adultas.


5)



6)
A) Esta estrutura corresponde ao esqueleto da esponja e provavelmente é constituído de espículas de sílica ou de cálcio.

B) Servem para auxiliar na sustentação do corpo das esponjas.


7)
A) Sim, sua função está associada à movimentação das larvas.

B) Precisam desta função, pois as esponjas vivem no substrato e a dispersão de novos indivíduos ocorre durante a reprodução, com fase larval. Após um curto período de vida livre, onde a larva está a procura de um local ideal, fixa-se na esponja e desenvolve-se.


8)



9)
Significa que as células nervosas dos cnidários se dispõem formando uma rede que se estende igualmente por todo o corpo do animal.


10)
As gêmulas são muito resistentes às variações de temperatura e à dessecação, podendo resistir às condições desfavoráveis por muito tempo, ou ser transportadas pela correnteza por grandes distâncias. Elas se formam quando as condições ambientais se tornam desfavoráveis. Quando o ambiente se torna favorável, as gêmulas desenvolvem-se em esponjas adultas.


11)
São importantes no processo de crescimento corporal, na digestão, no transporte de nutrientes, na secreção de elementos esqueléticos e na reprodução.


12)
Não, pois as esponjas fazem a água circular ativamente pelo sistema aquífero, por causa da ação dos coanócitos.


14)
A) Não, pois as cianobactérias dependem da luz para fazer fotossíntese e estão presentes somente em águas relativamente rasas.

B) Esponjas postas próximas à presença de luz devem crescer mais rapidamente do que as que estão em águas profundas.

Exercício estruturas dos Poríferos

Apresente a função das seguintes células e estruturas, faça um esquema de cada um:

1. Pinocócitos
Os pinacócitos são células de revestimento que formam a pinacoderme nas esponjas. Têm forma poligonal, são finas, coriáceas e estreitamente ligadas.

2. Porócitos
Porócito é uma célula dobrada sobre si mesma, e compõe os poros dos Poriferos, é o acesso da água do exterior para o interior do organismo. O poro varia de tamanho no percurso para selecionar as partículas, assim obtendo mais eficiência na nutrição.
3. Amebócitos
O amebócito é uma célula encontrada no filo Porifera. Não tem forma corporal definida e possuem deslocamento livre pelo mesoílo. Podem assumir diferentes funções, mas as funções principais são a digestão, transporte e distribuição de nutrientes para as demais células do corpo da esponja. Outras funções são a de produzir espículas de natureza calcária ou silicosa (esclerócitos), secreção de espongina (espongiócitos), produção de mesogléia (colêncitos), e capacidade regenerativa, incluindo reprodução assexuada (arqueócitos).
4. Coanócitos
Os coanócitos são células ovóides típicas das esponjas, dotadas de um flagelo cuja base é circundada por projeções da membrana plasmática, formando um funil. Estas células estão relacionados com a nutrição do animal, capturam o alimento por fagocitose ou por pinocitose. Nas esponjas mais simples, os coanócitos revestem apenas certos canais e câmaras internas.
5. Arqueócitos
Células indiferenciadas, características do filo porífera podendo dar origem aos diversos tipos celulares, ou seja, outras células. Têm papel fundamental na distribuição de nutrientes e secundário na digestão dos alimentos. Originam brotos e gêmulas, ambos estruturas reprodutivas, bem como óvulos e espermatozoides.

6. Rede de Espongina
É uma rede de fibras proteicas elásticas anastomosadas (entrelaçadas e fusionadas entre si), secretada pelo espongiócito. É uma substância insolúvel e resistente à digestão por enzimas proteolíticas e dispõe-se irregularmente no mesênquima.
7. Espículas
São basicamente o esqueleto de uma esponja, e, dependendo da classe, podem ser formadas por calcário de cálcio, espongina ou sílica, que garantem a sustentação da esponja no fundo dos mares e a deixam imóvel. São secretadas pelos esclerócitos.
8. Gêmulas
Nas esponjas de água doce e em algumas esponjas marinhas, agregado de células embrionárias, dotado de uma cobertura rígida, que se forma em períodos de condições desfavoráveis, como congelamento e seca, e que dá origem a novos indivíduos quando as condições ambientais retornam ao normal.
9. Meso-hilo
Na estrutura da esponja, entre os pinacócitos e coanócitos (tipos de células já diferenciadas) se encontra esse espaço gelatinoso denominado meso-hilo, marcados principalmente pela presença de amebócitos que possem a capacidade de se diferenciar em outro tipo de célula.

10. Ósculo
Em Zoologia, denomina-se ósculo à abertura principal da espongiocele, na extremidade livre do corpo dos animais do filo Porifera - as esponjas.
Fontes:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Pinac%C3%B3cito
https://pt.wikipedia.org/wiki/Por%C3%B3cito
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ameb%C3%B3cito
https://pt.wikipedia.org/wiki/Coan%C3%B3cito
http://www.dicionarioinformal.com.br/arque%C3%B3citos/
https://pt.wikipedia.org/wiki/Espongina
https://pt.wikipedia.org/wiki/Espícula_(biologia)
https://www.google.com.br/search?q=g%C3%AAmula&source=lnms&sa=X&ved=0ahUKEwiykMOT7cXUAhWDSyYKHXSbA4UQ_AUICSgA&biw=1366&bih=623&dpr=1
https://brainly.com.br/tarefa/3464345
https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%93sculo
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quarta-feira, 7 de junho de 2017

Resumo - Platelmintos

O Filo Platyhelmintes (do grego, platys, plano, achatado, e helmintes, verme) reúne animais de corpo achatado, dos quais as planárias são os representantes de vida livre mais conhecidos. São assim chamados por possuírem corpos finos e achatados, “vermes chatos”. No entanto, observe que a palavra “verme” não é um nome taxonômico formal e sim um termo geral para animais com corpos alongados e finos. Das cerca de 20 mil espécies descritas de platelmintos, aproximadamente 20% são parasitas de animais vertebrados e invertebrados. Entre os que parasitam a espécie humana, os mais conhecidos são as solitárias (ou tênias), que vivem no intestino e causam teníase; e os esquistossomos, que habitam as veias do fígado e de outros órgãos abdominais, causando a esquistossomose. Vivem principalmente em ambientes aquáticos, como oceanos, rios e lagos; e são encontrados também em ambientes terrestres úmidos.


1.   Estrutura corporal e novidades evolutivas


Quanto à simetria corporal, os platelmintos apresentam uma novidade evolutiva em relação aos cnidários: têm simetria bilateral, enquanto cnidários adultos têm simetria radial.




Os platelmintos são os mais antigos animais triblásticos da escala zoológica. Em seu desenvolvimento embrionário, eles desenvolvem três folhetos germinativos – ectoderma, endoderma e mesoderma – a partir dos quais se originam os diversos tecidos do animal adulto. Contudo, apesar de serem animais com desenvolvimento triploblástico, eles são acelomados, isto é, não possuem cavidade corporal.

Portanto, as duas grandes novidades evolutivas deste grupo são:
- A simetria bilateral, que está associada a maior capacidade de movimentação;
- O surgimento do mesoderma, que permitiu o desenvolvimento de outras estruturas corporais e de uma musculatura mais eficiente.


2.   Nutrição, circulação e excreção:

Os platelmintos não têm órgãos especializados para trocas gasosas ou para circulação, e seu aparelho excretor relativamente simples funciona para manter o balanço osmótico com o meio. Devido a sua forma achatada, suas células ficam próximas à água presente no ambiente ou no intestino. Essa proximidade com a água favorece as trocas gasosas e a eliminação de compostos nitrogenados com por difusão através da superfície do corpo.
A maioria dos vermes chatos tem cavidade gastrovascular com apenas uma abertura (“boca”). Não possuem sistema circulatório, mas os finos ramos da cavidade gastrovascular distribuem o alimento diretamente às células do animal.

3.   Classes dos platelmintos:

O Filo Platyhelmintes é divido em quatro classes: Turbellaria (tubelários, a maioria são vermes chatos de vida livre), Monogenea (parasitas marinhos e de água doce que infectam peixes), Trematoda (trematódeos, parasitas de vertebrados), Cestoda (cestódeos, parasitas de vertebrados).


(FONTE: CAMPBELL, 2010)
1. Reprodução:

A reprodução dos platelmintos é bastante diversificada. As espécies parasitas apresentam ciclos de vida complexos, em que podem alternar fases com reprodução sexuada e assexuada. Além disso, diversas espécies necessitam de mais de um hospedeiro para completar seu ciclo. São chamadas de monogenéticas aquelas espécies que completoam seu ciclo de vida em um único hospedeiro, por exemplo, o trematódeo Gyrodactylus, parasita de um peixe de água doce. As espécies que necessitam de dois hospedeiros distintos para completar seu ciclo de vida denominam-se digenéticas. São exemplos: o Schistosoma mansoni, trematódeo causador da esquistossomose, e a Taenia sollium, cestódeo causador da teníase. O hospedeiro em que ocorre a fase adulta (sexualmente madura) de um parasita digenético é chamado de hospedeiro definitivo, enquanto aquele em que ocorre a fase larval denomina-se hospedeiro intermediárioNo ciclo de vida Schistosoma mansoni, a espécie humana é o hospedeiro definitivo e o caramujo, o hospedeiro intermediário.


Já no caso da Taenia sollium, o porco é o hospedeiro intermediário e a espécie humana, o hospedeiro definitivo.
As planárias podem apresentar reprodução assexuada por fragmentação do corpo: a parte posterior do animal eventualmente adere a algum objeto e os esforços da planária para libertar-se acabam por rompê-la. Como tem grande capacidade de regeneração, ambos pedaços de recompõem e, assim, surgem novos indivíduos assexuadamente. O vídeo mostra processo de regeneração das planárias. As planárias são monóicas, isto é, cada indivíduo possui sistemas reprodutores de ambos os sexos. Fazem fecundação cruzada, a autofecundação é rara. Os dois indivíduos que estão acasalando ficam unidos pelos poros genitais. Cada um introduz o pênis na abertura genital do outro, trocam espermatozoides e se separam. Vários óvulos são fecundados e lançados para o exterior pelo poro genital. Os zigotos possuem uma cápsula protetora e vão eclodir planárias jovens, evidenciando um desenvolvimento direto.




FONTES:

 AMABIS, J.M. e MARTHO, G.R. Biologia dos Organismos. 2ª ed. São Paulo: Moderna. 2004.


- CAMPBELL, N et al. Biologia. 8ª ed. Porto Alegre. Artmed, 2010.


- OSORIO, T.C. (org). Ser Protagonista-Biologia 2 – 2ª ed. São Paulo. Edições SM. 2013.

terça-feira, 6 de junho de 2017

Resumo - Embriologia

Embriologia

Aspectos gerais do desenvolvimento embrionário da maioria dos animais:
1: O desenvolvimento de se inicia no zigoto, que é a célula ovo formada após a fecundação;
2: O zigoto passa pelas clivagens, onde divisões formam uma massa de células;
3: É então formada a blástula, que é uma esfera oca de células, com uma cavidade interna chamada blastocele;
4: A camada de células que delimita a blastocele cresce e se dobra para dentro, em direção à cavidade. Este processo é chamado de gastrulação, e ele gera duas camadas de células, a ectoderme (externa) e a endoderme (interna). Assim se forma uma nova cavidade interna chamada arquêntero, que é a futura cavidade digestiva do animal. Na extremidade sobra uma abertura chamada blastóporo;
5: Dependendo do filo, o blastóporo pode se tornar a boca (mais comum na maioria dos filos) ou o ânus (comum entre equinodermos).
Resultado de imagem para embriologia animal
Fonte: https://www.slideshare.net/prof_kyoshi/2em-30-embriologia-animal-2016
Em alguns animais, há uma terceira camada de células chamada mesoderme, que interpõe os outros dois folhetos embrionários (camada de células). Grande parte dos filos dos animais possuem uma cavidade totalmente delimitada pela mesoderme, chamada de celoma, esta pode ter várias funções.
Fonte: Tereza Costa Osorio, Biologia 2º ano, 2013, 2º edição

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Resumo - Poríferos

Trabalho sobre o filo Porífero

Por motivos de formatação, o resumo se encontra em um PDF, segue o link: